um portão de
metal a bater
passos, cidade
porta de casa.
Olhos
negros
por entre cabelos
fartos
igualmente negros
negros
como o seu
interior.
A língua
serpenteia
brilhante
sopra quando se
afirma
o calor
sussurra no medo
promete no leito
que
construíram
construirão
destruição.
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