5 de novembro de 2012
Carta a um futuro longínquo.
Olá, meu amor.
Escrevo-te para saber se ainda te lembras de nós. Se não me puseste de parte e me pisaste como eu fiz a todos os que davam a vida e muito mais por mim.
Saber se, quando voltares, me vais abraçar, beijar e amar como no princípio, onde tudo parecia perfeito e infinito.
Quero constituir família, ter um lar, partilhar alegrias contigo. É do meu interesse ser feliz ao teu lado. Darei o melhor que puder para nos ver bem.
Desculpa se te fiz chorar mais do que me fizeste sorrir. A culpa nunca foi tua, sem cliché. Eu tentei, mas o amor não se tenta, nem se faz. Sente-se.
Diz-me que voltas, diz, por favor. Apresenta-me a mim própria, conta-me quem sou como se ainda não o fosse. Aceitarei todas as tuas opiniões como aceitavas as minhas inúmeras desculpas.
Seja como for, meu amor, eu cá estarei à tua espera.
Um Amo-te, quente, longo e saudoso, desta que não te ama, mas amará.
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