21 de setembro de 2013

Toque

"- Não te aproximes demasiado." É o mesmo que pedires a Adão para não trincar o fruto mais bonito que já tinha visto. Não há como não nos aproximar do que mais nos intriga, do que mais nos é impossível de explicar, e mais difícil se torna quando nos debruçamos mentalmente sobre uma vista assim e chegamos à conclusão que o que mais nos rodeia não são pessoas, nem o amor, nem flora, nem fauna, nem edifícios, nem o ar, mas a Morte. Principalmente neste caso, que se apresentou sobre a simpática forma de um humano que nos convida a um abraço que nos é tão desconhecido.

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