Os cabelos brancos ondeiam ao vento
coloridos pelas luzes
da noite quente de verão.
O vento sopra de volta as ideias
há muito esquecidas
e aí recordo o dia em que
pensei que, mais tarde,
teria orgulho em ter-te tido
em mim.
T de cratera
de beatas
de noite do terreiro
de estrelas,
T de T e de ti,
e T
de tudo
na estrada que nos leva
ao Tejo da nossa destruição.
Somos iguais, sendo tão diferentes
somos um, sendo tantos.
Faz-me peso no ombro direito
e leva-me junto da ursa menor,
inspira-me
até cessarmos
ou até casarmos.
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